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sábado, 19 de agosto de 2023

 ALÉM (3)


Bernard Werber, praticou hipnoterapia regressiva. Na sessão viajou no tempo até uma reencarnação onde se viu numa praia, atirando pedras sobre a água. É um ser completamente livre, sem qualquer tipo de preocupação, ou contrariedade na vida. É musculado e com uma saúde invejável apesar dos seus 821 anos de idade. Visualizou ter uma profissão do género massagista ou fisioterapeuta ou homeopata e viveu a experiência de conhecer um grande amor de que resultou o nascimento de três filhos. Era um tempo em que se amava sem pudor. Noutro passo, visualizou a preocupação pela chegada de um grande tsunami. Uns, optaram por subir à montanha, outros de seguirem mar adentro. Ele e a companheira, permaneceram , de mãos dadas, à borda da praia, aguardando a chegada da vaga. Sentiu frio e quando foi engolido largou a sua mão,  olhou para ela e sorriu. Compreendeu que era o fim e começou a respirar a água salgada. Depois ficou tudo em branco. 

Aconteceu há 12000 anos num continente chamado Atlântida.


João Andarilho 


sexta-feira, 18 de agosto de 2023


ALÉM (2)

​Bernard Werber, é jornalista  científico e escritor francês de reconhecida qualidade. No seu livro Mémoires d'une Fourmi, dá-se a conhecer como escritor e como pessoa, relacionando a sua obra literária com aspectos da sua vida pessoal. Do princípio ao fim agarra-nos numa narrativa em crescendo fomentando o interesse na leitura. De forma sábia acaba por promover cada uma das suas obras. Genial. 

​O capítulo que mais me marcou foi o Arcane II - La Papesse.

​Certo dia,  como prenda de aniversário, recebeu um convite para uma sessão com uma Médium. Cético, aceitou e no dia combinado achou-se sentado em frente da Monique. De rajada, zombeteiro, insinuou que habitualmente neste género de procura as pessoas saem agradadas por lhes ter sido dito que, em reencarnações anteriores, terem sido Júlio César, Napoleão, Cleópatra ou um dos apóstolos de Jesus Cristo mas que a probabilidade de terem sido antigos agricultores, soldados, trabalhadores ou mendigos, seria de 99,9%. Respondeu-lhe que a maior parte das suas anteriores vidas não tinham interesse mas que havia algumas mais interessantes que outras, apesar de tudo. Calmamente  perguntou-lhe se queria saber quem era o seu Anjo da guarda. Deu uma gargalhada mas enquanto ouvia discerniu sobre a quantidade de eventos e opções que evitou ou tomou na sua vida. Talvez não fosse mal pensado saber quem era o seu Anjo. Barnabé, o seu Anjo era o Barnabé e estava mesmo ao seu lado. Fantástico!

​Tinha reencarnado 111 vezes e a presente era  a 112.  Na vida que antecedeu a actual, em 1880, foi um médico em São Petersburgo. Antes tinha sido dançarina francesa  de  Can-Can, na Pigalle em Paris. Era muito bela e fazia virar a cabeça a todos os homens acabando por se suicidar . Numa outra, foi samurai no Japão e acabou morto em duelo. Foi arqueiro inglês durante a guerra dos Cem Anos e ainda mulher num harém no Egipto, por volta do ano 300 AC.  Anteriormente, em 12000 AC, vivia na Atlântida e antes, ainda, fez parte da nave espacial que veio colonizar o nosso planeta.

​Perguntou qual a relação que teve com atuais familiares, nomeadamente a mãe que foi sua filha e o pai um seu grande amigo.

 Resumidamente, foi isto que passou acabando por criar amizade com a Monique, até à sua morte. Três anos depois, voltou a consultar uma Médium e logo após o início da sessão, perguntou-lhe se anteriormente tinha consultado uma. É que naquele momento, Monique estava a seu lado armada em bisbilhoteira.

​Assim é o mistério da vida e assim é a serenidade com que encaro o início da próxima reencarnação. 


​João Andarilho 



quinta-feira, 17 de agosto de 2023

 O ALÉM 


Creio, significando isso uma convicção, logo um acreditar em algo, na reencarnação. Essa crença advém da consciência da brevidade da nossa existência e da sua finitude abrupta, da partida sem aviso. A morte é um reinício, um novo despertar. A vida e a morte são mistérios e irmãos inseparáveis. O mistério cria desconforto, o desconforto origina insegurança, esta leva à procura de um cais , de um chão firme. Daí o advento de deuses, deusas e religiões sem conta. É entendível o comportamento humano. A minha crença na vida eterna é a consciência da mortalidade física. Daí concluir que a morte é uma ponte, um momento transitório. Aproemos  rumo ao desconhecido e reencarnemos renascidos e felizes.

João Andarilho 

O UIVO DE MONTEJUNTO Porque resulta de interesse histórico e natural conhecimento, com a devida vénia se transcreve o texto infra . O Último...