domingo, 15 de novembro de 2020

HUMANISATION

HUMANISATION

Une Dame demande : 
«Combien vendez-vous vos œufs
Le vieux vendeur répond :
«0.50 ¢ un œuf, madame» .
La Dame dit : 
«Je vais prendre 6 œufs pour 2.50$ ou je pars».
Le vieux vendeur lui répond : 
«Achetez-les au prix que vous souhaitez, Madame. C'est un bon début pour moi parce que je n'ai pas vendu un seul œuf aujourd'hui et que j’ai besoin de ça pour vivre»
Elle lui a acheté ses œufs à prix marchandé et est partie avec la sensation qu'elle avait gagné.
Elle est entrée dans sa voiture élégante et est allée dans un restaurant élégant avec son amie.
Elle et son amie ont commandé ce qu'elles voulaient. Elles ont mangé un peu et ont laissé beaucoup de ce qu'elles avaient demandé.
Alors elles ont payés l'addition, qui était de 400$. Les dames ont donné 500$ et ont dit au propriétaire du restaurant chic de garder la monnaie comme pourboire..

***
Cette histoire pourrait sembler assez normale vis-à-vis du patron du restaurant de luxe, mais très injuste pour le vendeur des œufs..

La question que ça amène est:

Pourquoi avons-nous toujours besoin de montrer que nous avons le pouvoir quand nous achetons à des nécessiteux ? 

Et pourquoi sommes-nous généreux avec ceux qui n'ont même pas besoin de notre générosité ?

Une fois j'ai lu quelque part :

«Mon père avait l'habitude d'acheter des biens à des pauvres à des prix élevés, même s'il n'avait pas besoin de ces choses. 
Parfois, il les payait plus cher. J'étais stupéfait. Un jour je lui ai demandé «pourquoi fais-tu ça papa?» 
Alors mon père répondit : 
«C' est une charité enveloppée dans la dignité, mon fils»

Je sais que la plupart d'entre vous ne partageront pas ce message, mais si vous êtes l'une des personnes qui à prit le temps de lire jusqu'ici... Alors ce message de tentative «d'humanisation» aura fait un pas de plus... 

dans la bonne direction... 💙❤️💛💜💘

Dans "Le Petit Pépère"

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

LA BEAUTÉ


LA BEAUTÉ 


Quand on lui a demandé de révéler ses secrets de beauté, l'actrice Audrey Hepburn a écrit ce poème, qui a été lu à ses funérailles :

Pour avoir des lèvres attirantes, prononcez des paroles de bonté.
Pour avoir de beaux yeux, regardez ce que les gens ont de beau en eux.

Pour rester mince, partagez vos repas avec ceux qui ont faim.

Pour avoir de beaux cheveux, laissez un enfant y passer sa main chaque jour.

Pour avoir un beau maintien, marchez en sachant que vous n’êtes jamais seule, car ceux qui vous aiment et vous ont aimé vous accompagnent.

Les gens, plus encore que les objets, ont besoin d’être réparés, bichonnés, ravivés, réclamés et sauvés : ne rejetez jamais personne.

Pensez-y : si un jour vous avez besoin d’une main secourable, vous en trouverez une au bout de chacun de vos bras.

En vieillissant, vous vous rendrez compte que vous avez deux mains, l’une pour vous aider vous-même, l’autre pour aider ceux qui en ont besoin.

La beauté d’une femme n’est pas dans les vêtements qu’elle porte, son visage ou sa façon d’arranger ses cheveux. La beauté d’une femme se voit dans ses yeux, car c’est la porte ouverte sur son coeur, la source de son amour.

La beauté d’une femme n’est pas dans son maquillage, mais dans la vraie beauté de son âme. C’est la tendresse qu’elle donne, l’amour, la passion qu’elle exprime.

La beauté d’une femme se développe avec les années. 

Autour: Colombe Dieclau

domingo, 1 de novembro de 2020

CÔA BRECA!

 

CÔA BRECA!

Quando se vai a um hospital é porque algo não está bem com a nossa saúde. Pode acontecer que um dos sintomas de que algo está errado seja a temperatura corporal alta, vulgar febre. Um hospital é o lugar adequado para sermos atendidos quando a nossa saúde é precária e precisamos de ajuda médica e medicamentosa. 

Se eu vou ao hospital com sintomas de febre e gripe não posso ouvir da parte dos trabalhadores que ali atendem os utentes para dar meia volta e ir tratar-se num hospital público porque ali não atendem pessoas padecendo destes sintomas.

Agora pergunto eu: um hospital privado é um hospital ou uma casa de putas!

É o que nos têm estado a fazer ao longo de muitos anos os sucessivos (des)governos a "tratar-nos" bem da saúde. 

Longa vida às PPP´s e aos chulos deste país que estão a destruir o nosso Serviço Nacional de Saúde, transferindo criminosamente os recursos humanos e financeiros para os hospitais privados.


João Andarilho

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

RIR É O MELHOR REMÉDIO

 

RIR É O MELHOR REMÉDIO


Qual seria a reação do leitor quando, diante da urna e da urna já depositada na cova e meia coberta de flores surgisse a voz do morto, gritando em altos berros "tirem-me daqui, eu consigo ouvir o padre a rezar".



Pois... foi exactamente o que se passou algures na Irlanda no enterro de alguém de seu nome Shay Bradley. O mais espantoso é que ninguém se assustou e mais surpreendente ninguém se aprestou a socorrer o infeliz falecido. Aconteceu ainda o inimaginável as lágrimas dos presentes transformaram-se em riso e gargalhada! Dá para entender?

Dá. O nosso falecido, em vida, era levado da breca e fartava-se de fazer piadas e partidas. Sabedor do seu fim em poucos meses, decidiu, em conluio com a sua família mais chegada e um dos seus filhos, realizar a partida final, dar a suprema gargalhada. Diria eu, rir-se da própria morte.

Assim pensou melhor o fez. Munido de um aparelho de gravação de voz, gravou aquilo que, supostamente, seria um grito de desespero num momento particularmente crítico da sua existência.

Na hora certa o morto gritou e muita gente foi apanhada de surpresa.


João Andarilho

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

OS FARSANTES II

 

OS FARSANTES II


Quando os americanos se preparavam para a missão Apolo que os levaria a terras lunares, um dos exercícios dos astronautas consistia, durante alguns meses, a permanência no deserto. 

Conta-se que em dado momento foram abordados por um índio solitário que, espantado com inusitados preparos de gente estranha por aquelas paragens, terá perguntado o significado de tamanha balbúrdia. Foi-lhe respondido que o homem se preparava para ir à lua. O índio olhou para cima, pensativo e em dado momento atirou: se assim é peço-vos por favor que levem uma mensagem na nossa língua índia, mensagem que deverão decorar e escrever ainda que nada entendam. 

Questionaram então os astronautas o significado da mensagem. Porém, o índio respondeu que só os chefes índios e os espíritos da lua poderiam saber, como era o seu caso.

Regressados da missão, cumprida que foi, também, no caso do pedido do chefe índio, os astronautas resolveram satisfazer a sua curiosidade perguntando a um índio da mesma tribo, qual o significado da dita mensagem. Este leu-a e deu uma sonora gargalhada. Estupefactos, os astronautas ficaram a saber que a extraordinária mensagem dizia: 

"Não acreditem numa só palavra desta gente. Vieram roubar as vossas terras"  

João Andarilho 




OS FARSANTES


OS FARSANTES 

As estórias que nos contaram no tempo colonial, nas escolas por aí fora deste imenso Portugal, estórias da nossa história de heróis navegantes, de cristãos papagueantes da palavra de Deus e da propagada conversão à fé católica /cristã, teve dramáticas consequências para os povos subjugados das índias de Colombo aos brasis dos portugueses.

 Crimes horrendos foram cometidos contra milhões de seres humanos no chamado mundo novo. Civilizações foram dizimadas caso dos Incas e dos Astecas, às mãos de gente bárbara e falsa como o espanhol Cortez. Os portugueses também não ficaram atrás na barbarie matando, expoliando e escravizando. Tudo isto era branqueado no nosso sistema de ensino.

O ouro por um lado e as especiarias pelo outro eram o mote que originaram estes dramáticos acontecimentos perpetrados em nome da civilização e da fé

João Andarilho 


O UIVO DE MONTEJUNTO Porque resulta de interesse histórico e natural conhecimento, com a devida vénia se transcreve o texto infra . O Último...