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segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
domingo, 17 de janeiro de 2021
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
sábado, 16 de janeiro de 2021
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
Diário da República n.º 86/1976, Série I de 1976-04-10terça-feira, 12 de janeiro de 2021
SER PORTUGUÊS É O QUÊ?
É uma pergunta que alimenta uma miríade de respostas. Pensadores, filósofos, historiadores, sobre esta questão formularam os seus pensamentos, as suas doutrinas, as suas verdades. De facto, em todas elas se poderá encontrar fundamentação abalizada para uma resposta concreta. O que se pode dizer é que a origem de se ser de se sentir português vai muito para além do início das conquistas de D. Afonso Henriques, podendo afirmar-se que a sua matriz vem já do período paleolítico, com os caçadores-pintores paleolíticos, as suas antas e os seus menires. Sinto que somos um povo de eleição, um povo que, num tempo de respostas e de grandes desafios, sempre se saiu em grande altura superando mesmo outros povos e outras gentes. Porém, também caímos em longos períodos de estagnação, de retrocesso civilizacional, ao ponto de nos envergonharmos de sermos portugueses, de termos orgulho da pátria e de nos vendermos a gente estranha. Há três elementos essenciais que qualificam a saúde da Pátria: o nacional, o regional e o social. Como diz António Quadros no seu "Portugal, Razão e Mistério", só quando o primeiro prevalece sem ambiguidade sobre os restantes, reconhecendo embora a sua importância, se pode dizer que essa pátria está viva e tem pois, diante de si um futuro. E é esse futuro que, creio, a pátria terá que trilhar porque é hora de mudar de ciclo é hora de voltarmos a ser confiantes nas nossas capacidades, de olhar para a nacionalidade, é hora dos nossos filósofos e pensadores avançarem. Como dizia Álvaro Ribeiro, sem uma filosofia capaz de pensar a profecia e a previsão, sem uma pedagogia capaz de habilitar o homem a enfrentar a conjuntura nacional e internacional, não podemos esperar da política mais do que a improvisação apressada para a solução de problemas urgentes, enunciados à última hora...
João Andarilho
sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
CARLOS DO CARMO
No Castelo, ponho um cotovelo
Em Alfama, descanso o olhar
E assim desfaço o novelo de azul e mar
À Ribeira encosto a cabeça
A almofada, da cama do Tejo
Com lençóis bordados à pressa
Na cambraia de um beijo
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos veem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
No Terreiro eu passo por ti
Mas da Graça eu vejo-te nua
Quando um pombo te olha, sorri
És mulher da rua
E no bairro mais alto do sonho
Ponho o fado que soube inventar
Aguardente de vida e medronho
Que me faz cantar
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que os meus olhos veem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
Lisboa no meu amor, deitada
Cidade por minhas mãos despida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
Poema de José Carlos Ary dos Santos, Joaquim Pessoa e Fernando Tordo com música de Paulo de Carvalho
21-12-1939/01-01-2021
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